As duas principais centrais sindicais, CGTP e UGT, esperam concretizar a maior greve geral de sempre. 22 anos depois da última paralização que uniu os dois sindicatos, tanto Carvalho da Silva, pela CGTP, como João Proença, pela UGT, esperam superar a greve de 1988.
Olhando para dados estatísticos, esta pode ser uma tarefa difícil:
- O número médio de trabalhadores por greve tem vindo a diminuir;
- Em contraponto, tanto a população total, como a população activa, têm registado crescimentos;
- Logo, tem havido uma diminuição da capacidade de mobilização para esta forma de contestação social.
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